Participe do Cuidar sem se anular no dia 09/07 às 20h e descubra como cuidar do seu familiar idoso com mais segurança e confiança, sem abrir mão da própria vida. Mais de 300 famílias já fazem parte da comunidade Bisafy. Vagas limitadas.
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Nessa aula você aprenderá
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Descubra como oferecer um cuidado mais seguro e tranquilo ao seu familiar idoso, sem carregar tudo sozinha ou viver em constante sobrecarga. Você vai aprender a criar uma rotina mais equilibrada, ganhar mais confiança nas decisões do dia a dia e cuidar com presença, sem abrir mão de quem você é.
Descubra como oferecer um cuidado mais seguro e tranquilo ao seu familiar idoso, sem carregar tudo sozinha ou viver em constante sobrecarga. Você vai aprender a criar uma rotina mais equilibrada, ganhar mais confiança nas decisões do dia a dia e cuidar com presença, sem abrir mão de quem você é.
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Para quem serve essa aula
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Essa aula é para quem cuida de um familiar idoso e quer oferecer mais cuidado, acolhimento e segurança, sem abrir mão da própria saúde, tempo e qualidade de vida. Se isso é com você, garanta sua vaga agora.
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Entregáveis do evento
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Aulas exclusivas
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Você terá acesso a conteúdos práticos sobre cuidados com idosos, organização da rotina do cuidador, tomada de decisão, prevenção da sobrecarga emocional e equilíbrio entre cuidar e viver.
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QUEM É JÉSSICA BURGO?
QUEM É JÉSSICA BURGO?
QUEM É JÉSSICA BURGO?
Meu nome é Jéssica, sou assistente social e gerontóloga, especialista em cuidados paliativos e filha da Eliane. Hoje estou aqui não só por ser profissional da área, mas, mais do que isso, pela minha experiência pessoal.
Minha mãe teve câncer. Durante esse período eu fui a principal cuidadora dela. Organizava os medicamentos, levava nas consultas, ficava com ela durante as internações, segurava o choro na frente dela pra não preocupar.
Ao mesmo tempo em que eu fazia tudo que era necessário por ela, eu me perdia. A dor da situação me corroía e eu acabava deixando de comer, de dormir, de existir fora daquele papel de cuidadora.
Quando ela faleceu, além de lidar com toda a dor da perda, eu me vi perdida. Porque eu tinha focado tanto nela que precisei me reorganizar pra voltar a pensar em mim.
Foi essa experiência que me deu o propósito de criar esse projeto. Porque até mesmo eu, que sou da área, quando estava dentro da situação, não percebi o que estava acontecendo. Por isso sei que quem está passando por isso precisa de ajuda.
Eu lembro que algumas pessoas me procuravam e perguntavam como eu estava, e eu respondia sobre a condição da mãe. Elas repetiam: "mas e a Jéssica, como tá?" E eu nem sabia o que responder, eu já não lembrava mais quem era a Jéssica.
Meu nome é Jéssica, sou assistente social e gerontóloga, especialista em cuidados paliativos e filha da Eliane. Hoje estou aqui não só por ser profissional da área, mas, mais do que isso, pela minha experiência pessoal.
Minha mãe teve câncer. Durante esse período eu fui a principal cuidadora dela. Organizava os medicamentos, levava nas consultas, ficava com ela durante as internações, segurava o choro na frente dela pra não preocupar.
Ao mesmo tempo em que eu fazia tudo que era necessário por ela, eu me perdia. A dor da situação me corroía e eu acabava deixando de comer, de dormir, de existir fora daquele papel de cuidadora.
Quando ela faleceu, além de lidar com toda a dor da perda, eu me vi perdida. Porque eu tinha focado tanto nela que precisei me reorganizar pra voltar a pensar em mim.
Foi essa experiência que me deu o propósito de criar esse projeto. Porque até mesmo eu, que sou da área, quando estava dentro da situação, não percebi o que estava acontecendo. Por isso sei que quem está passando por isso precisa de ajuda.
Eu lembro que algumas pessoas me procuravam e perguntavam como eu estava, e eu respondia sobre a condição da mãe. Elas repetiam: "mas e a Jéssica, como tá?" E eu nem sabia o que responder, eu já não lembrava mais quem era a Jéssica.
Meu nome é Jéssica, sou assistente social e gerontóloga, especialista em cuidados paliativos e filha da Eliane. Hoje estou aqui não só por ser profissional da área, mas, mais do que isso, pela minha experiência pessoal.
Minha mãe teve câncer. Durante esse período eu fui a principal cuidadora dela. Organizava os medicamentos, levava nas consultas, ficava com ela durante as internações, segurava o choro na frente dela pra não preocupar.
Ao mesmo tempo em que eu fazia tudo que era necessário por ela, eu me perdia. A dor da situação me corroía e eu acabava deixando de comer, de dormir, de existir fora daquele papel de cuidadora.
Quando ela faleceu, além de lidar com toda a dor da perda, eu me vi perdida. Porque eu tinha focado tanto nela que precisei me reorganizar pra voltar a pensar em mim.
Foi essa experiência que me deu o propósito de criar esse projeto. Porque até mesmo eu, que sou da área, quando estava dentro da situação, não percebi o que estava acontecendo. Por isso sei que quem está passando por isso precisa de ajuda.
Eu lembro que algumas pessoas me procuravam e perguntavam como eu estava, e eu respondia sobre a condição da mãe. Elas repetiam: "mas e a Jéssica, como tá?" E eu nem sabia o que responder, eu já não lembrava mais quem era a Jéssica.
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